sábado, 30 de março de 2013
quarta-feira, 27 de março de 2013
Semana Santa para mim é sagrada, não comer carne dia nenhum, na sexta-feira o peixe é o principal da mesa e no domingo de Páscoa se o dinheiro der, bacalhau.
Fui antecipar minhas compras e quase infartei com os preços, quase que não passo a Semana Santa viva. Cinco postas de dourado custou quase o meu salário. Pensei no camarão mas desisti de cara, o limpo R$ 44,90, o com casca do tamanho do meu dedo mindinho, R$ 30,90.
Bom amigas, o melhor é crermos que o comércio nos ilude com tanta propaganda que não entremos na pilha, e que com uma simples sardinha, passemos a entender, pelo menos para quem quem crê Nele, que a Semana Santa além de não ser um feriado qualquer, pode e deve ser vivenciada sem que devemos nos preocupar com gastos quando o essencial é a Renovação, o Perdão, a Reconciliação, o Amor, Jesus é o nosso Salvador.
E olha que eu nem fui comprar os ovos de Páscoa.
Boa Páscoa para todos vocês.
Boa Páscoa para todos vocês.
segunda-feira, 25 de março de 2013
Ypê
Ele chegou na minha casa num dia antes do aniversário dos meninos. Estava numa lata de tinta, lata não, num balde enorme de tinta. Pelo tamanho do balde eu já devia imaginar o que seria, ou melhor, o tamanho do problema que estava por vir. Ficou num canto esperando meu ex-marido arrumar um lugar para plantá-lo.
Antes que vocês saibam que fim ele teve, vou contar como e porquê me senti forçada a alertar algumas mulheres a respeito de ypês, jardins, flores e etc.
Fui casada com um cara que achava que o mundo iria acabar no próximo ano, que a poluição estava num nível tão acima do suportável que deveríamos fazer nossa parte urgentemente plantando toda a área em torno de nossa casa recém construída. Resultado, grama pra tudo o que é lado, e plantas a dar com pau.
O mais importante que eu não sendo tão alarmista, sou até otimista, pois sempre acredito que o homem um dia cairá na real e resolverá o problema, fiquei responsável pela plantação de todo o jardim. Afinal de contas nosso lar devia ter o toque feminino, e blá, blá, blá, e blá, blá, blá. Mensagens subliminares são terríveis, difíceis mesmo de serem identificadas, eu já devia saber que ele não queria era ter trabalho comprando flores, terra e etc.
Bom, lá ia eu comprando plantas, flores, sem saber ao certo se elas gostavam de sol, de muita água, de sombra, de luz, de adubo, enfim, eu chegava e perguntava ao vendedor e pela resposta ia comprando, nem tendo em mente onde cada uma delas seria plantada. Muitos vizinhos também me deram várias mudas, que logo deixariam meu jardim maravilhoso.
Assim que o jardim ficou cheio de verde e minha parte com a natureza já estava zerada, meu casamento acabou e fiquei com uma filha, uma empregada (graças a Deus), uma casa, um jardim enorme e muitas contas a serem pagas, inclusive um jardineiro que vinha cortar a grama e cuidar do jardim a cada 15 dias.
Caraca, porque não deu para o ex levar a sua parte da natureza para casa de sua mãe, local escolhido para seu abrigo temporário, e eu teria a meu ver, o ideal, uns pompons de plantas e cimento para todos os lados.
Quem pensa que tratar do jardim é só molhar deve de cara rever seus conceitos. Principalmente se você trabalha fora, chega em casa cansada, tem filhos para cuidar, jantar para fazer. Olha, é um saco! Planta é igual filho, tem que ter água, comida, sol, cama fofa, vitaminas, estar limpa e tudo o mais.
E olha que ainda nem cheguei no ypê.
Bom, como não dá para viver sozinha, me caso novamente e de novo um amante da natureza. Logo no início ele dispensou o moço que cortava a grama, pois ele mesmo iria fazer o serviço, seria uma ginástica a mais, iria curtir o verde, a natureza, as plantas, as flores e tudo mais.
De certo ele deve ter pensado desta forma depois da primeira visita à minha casa, visto que eu morava no meio de uma floresta. Já estou quase na hora de colocar o ypê na história. Ele foi um presente, ideal para deixar o jardim mais bonito. Ah, o presente foi da sogra, que junto com o ypê mandou para os meninos dividirem, são dois aniversariantes, uma torradeira. Meu menor que na época estava fazendo três anos, quando abriu e viu sem entender o que era, me perguntou se nas divisões de dentro no objeto era para colocar seus láis de cor, tipo um estojo e maior tamanho. Voltando, ainda querem que a gente não reclame delas, não podia ser um singelo livro, um carrinho uma bola? No dia programado por ele para executar sua tarefa, cortar a bendita grama, ele acordava e já ia dizendo que após o café, após ler o jornal, após dar um pulinho na rua, ele já já iria cortar a grama. Bom, assim que ele começava a cortar já estava na hora do almoço, o sol estava a pino e o saco completamente cheio para começar a cortar qualquer coisa, ainda mais 382 m2 de grama. O mais interessante é que, o amante da natureza era somente para inglês ver, cuidar que é bom, picas, algumas poucas vezes foram o suficiente para deixá-lo completamente irritado com a máquina de cortar grama. Era velha, pesada, a lâmina estava ruim, e outras coisinhas mais.
Bem, de novo voltamos a cortar a grama com um novo prestador. E de cara ele me disse que nossa máquina era maravilhosa, a lâmina muita afiada, leve, as rodinhas deslizavam bem, a marca da máquina era uma da melhores, enfim, nossa máquina era o máximo.
Nossa, fico até sem graça de contar, mais de novo fico só, a diferença é que agora tenho mais dois filhos, as contas em maior número, e o mesmo jardim enorrrrrrrrrrrrrrrrrme com as plantas enorrrrrrrrrrrrrmes para cuidar, e o melhor, agora um ypê em pleno crescimento. Mais folhas para eu limpar porque se você pensa que duas vezes por mês dá para manter o quintal limpo, kkkkkkk. Todos os dias olhava para o jardim, para o ypê e pensava: “É a árvore símbolo do Brasil, imponente, forte e coisa e tal”. Bom eu confesso que só havia visto esta árvore de longe, nunca em tempo algum tinha visto uma de tão perto. “Hoje bem sei por que se parece com o Brasil, de longe é linda, de perto, é fraca, suas flores morrem logo, seus galhos se partem facilmente, sujam tudo ao seu redor, bastante parecida com o que passamos no nosso belo país.”
Uma observação: Como a grama do vizinho sempre é mais verde, sempre dou uma olhada para ver como estão os jardins ao meu redor. Um é bem pequeno, bem cuidado, mais sem muita coisa, outro é bem bonitinho por fora, mais por dentro é tudo embolado, e um que não consigo ver como é, enxergo um ypê rosa enorme, lindo, todo florido, firme, imponente, deve ser com certeza símbolo de um país que faz parte do bloco dos mais ricos e educados, civilizados do mundo.
Retornando a minha historinha revejo meu poder de pagamento, e diminuo o corte da grama para uma vez ao mês.
E aí começa o meu martírio. Limpar jardim, caraca, ô coisa chata de se ter como responsabilidade, é claro, para quem não ganha a vida fazendo esta atividade.
Limpar jardim é um porre. Ele fica sujo todo dia. É muita coisinha para se fazer, regar, tirar o excesso de folhas mortas, podar um raminho, tirar um galhão seco, regar à tarde caso não tenha regado de manhã, isso todo dia o ano inteiro é um saco.
Só aceito esse amor declarado pela natureza por algumas pessoas como maravilhoso, se você tiver uma excelente empregada, um ótimo jardineiro, e um tempão de sobra para cuidar de jardim. Caso contrário é mentira, chegar do trabalho e limpar quintal é muito chato.
Agora posso retornar ao ypê.
Ele foi plantado no dia do aniversário dos meninos na parte da manhã. O cara que estava montando a festa me chamava o tempo todo, meu ex, ah já contei, sou separada (estou informando caso você não tenha lido essa parte), me chamando para ver se o local escolhido era adequado, que de cara falei que sim, sou louca de discordar do cara que está plantando um ypê amarelo, símbolo nacional, ajudando na diminuição da poluição, ajudando a limpar o ar que meus filhos respiram? Sei que se desse a minha opinião, dizendo onde ele poderia plantar aquela árvore a festa dos meninos seria num clima bem pesado.
Durante a festa tive que, além de tomar conta das crianças, tomar conta do ypê. “Olha a bola, não corre por aí, olha o ypê”. E assim o tempo passou e ele cresceu forte e saudável. Na primeira vez que suas folhas foram ficando secas para cair, não sabíamos que assim começava o processo para o nascimento de suas flores, quase morremos, pensando que eram os últimos dias daquele que um dia seria um enorme pompom amarelo no quintal.
Eu já devia imaginar como seriam os meus dias quando aquela árvore finalmente desabrochou, pois assim que aquelas primeiras folhas secas começaram a cair eu varria uma pequena parte do quintal assim que chegava do serviço e já enchia dez sacolas de mercado.
A camisa suava igualzinho uma ida à academia. E olha que o bicho ainda era muito jovem. O jardim na muda do ypê fica uma coisa horrível, a folha entra na grama e força no braço para varrer.
Quando minha paciência chegava ao limite e eu ainda estava casada, pegava o telefone e berrava pedindo que ele viesse logo para casa e varresse aquela merda toda. Mas ele dizia que eu trabalhava perto de casa, tinha tempo para curtir as plantas, regá-las e a maravilha de poder desintoxicar meu pulmão com tanto ar puro.
Ele não, estava no centro do Rio, tinha que esperar um pouco o trânsito melhorar, calor insuportável, estava com os amigos num bate papo até tudo ficar calmo para o retorno ao lar. Eu já conhecia esta técnica, assim que ele chegava às coisas já estavam meio que resolvidas, eu só estava agora me descabelando com os meninos. Aí já fica para outra estória.
Voltando ao jardim, desligo o telefone para não arrumar uma cama pra ele no quintal, e deixá-lo dormir no meio da natureza.
Hoje até coloco um pouquinho de culpa neste ypê e sua turma, esse jardim também teve sua parcela de responsabilidade em nossas discussões que culminaram no nosso divórcio, não que ele seja tão culpado assim, mas discutimos várias vezes o porquê deu ter que limpar o que não havia plantado, o ypê correspondia a dez sacolas de mercado cheias de folhas. E como ele alegava que eu havia me calado, caraca, num dia de festa e tendo muita coisa para fazer, como mandar ele levar o presente de volta? E como ele se prendeu no ditado de que quem cala consente, então eu também era responsável por ele estar firme em meu jardim. E ele está bem na parte da frente da casa, ao lado de uma graciosa azálea rosa, essa sim, firme, forte, imponente, quando está florida parece um pompom rosa, é um crime deixar uma grama cheia de folhas do ypê com tanta beleza tão pertinho dele.
A cada dia são milhares de folhas, ele não me dá uma folga, todo dia dispensa as folhas que o incomodam e eu tenho que limpar a sujeira sozinha. E para piorar também adianto uma coisa, ele ainda não flore por igual, sempre nasce umas florzinhas aqui, outras ali, penso que devo estar fazendo algo errado, não sei. Momento cara de ó, mesmo com raiva, sempre que olho para o alto fico meio que com cara de boba olhando minha árvore, suas flores amarelinhas, minha grama toda pintada de pomponzinhos amarelinhos e até esqueço o que terei que fazer. Passa até pela cabeça deixar de ser tão rabugenta e plantar mais ypês e deixar aquela sensação de amante da natureza, eu sei que pequena, invadir meus pensamentos.
Agora conto outra coisa, este ypê me ajudou em algumas situações em que precisava estar calada e em plena atividade física, liberando endorfina para um bem estar próximo e necessário. Assim que chegava em casa com algum problema para resolver, de cara ia pegando a vassoura, os sacos, partia para o jardim e enquanto varria sem parar, ia rezando e colocando meus problemas em ordem. Sei que Deus tem seus caminhos para ajudar cada filho, mais o que eu tinha como forma de terapia já estava me deixando um pouco enjoada. Não sei se posso falar essas coisa sem estar pecando, mais bem que Ele poderia agir de outra forma e com outro jardim.
Para finalizar, façam como os japoneses, quando tiverem a vontade de colocar verde em seus quintais, utilizem uma área do tamanho de uma forma de bolo, ou quem sabe flores plásticas que não morrem jamais e ainda podem ser trocadas com bastante facilidade.
Vou postar uma foto dele em traje de gala para você ver como ele tem pelo menos 15 minutos de fama. Só 15.
sábado, 23 de março de 2013
Trabalhar sábado não é legal. Ah, não é não. Legal só se for por uma combinação, dinheiro, dinheiro e mais dinheiro. Mentira, o trabalho dignifica o homem, mas o dinheiro também pode comprar a dignidade tá gente? Já viu alguém pelado com dignidade? Alguém sem comida com dignidade? Alguém com as contas atrasadas com dignidade? Não, né gente !!
Bem, já que é sábado eu eu trabalho neste dia, feliz da vida, para dar uma força para os leitores que trabalham sábado também, entro na van, ainda estou meio sonolenta e sento ao lado de um jovem senhor que está com seu celular, ele digita um número a cada 3 segundos. gente muito rápido, pensem em perguntar onde ele aprendeu. Como não obtinha resposta ele dizia: "Nossa, nossa"! Pensei que poderia ser algo realmente importante. Mais uma discagem e alguém responde. " Analice tudo bem? Estou te ligando para saber se você está com a Stheffany, (decidi escrever Stefani assim pois fica chique demais), estou tentando falar com ela e o telefone está desligado. Como ontem nós ficamos até tarde de bate papo, estou com medo de que ela possa perder o horário do trabalho. Bom, você está em casa ou na casa dela? Você não falou com ela ontem? Não? Sabe onde ela possa estar? Me diga por favor? Pensei com meus botões, essa pessoa levou um toco. Ela não saiu com a Stheffany depois do papo com ele, deve estar realmente dormindo e perdendo a hora do emprego. Depois de várias outras perguntas para a Analice ele desliga e retorna a carga para sua Stheffany, e graças a Deus ou a amiga que pediu para ela acordar e atender a porcaria do telefone, ela atende. Segue o inferno: " Amor estava preocupado pois você não estava atendendo. Já liguei para sua amiga, e ela não sabia de você. ( 6.30h de um sábado, acordar uma pessoa para saber de sua namorada é o fim). Acho que você vai perder o horário, está tudo bem? Não vou mais te ligar e ficar até tarde de conversa, vamos descansar para o batente. Amor, você não acha que o papo de ontem foi esclarecedor? Não foi?, foi? Te amo tá? Você me ama? Diz, diz! Ontem você falou tantas coisas boas, te conheci um pouco melhor minha florzinha, meu coraçãozinho. ( Nossa quase escorreguei do banco de tanta baba) e o monólogo versou para todos os assuntos possíveis e imagináveis, pois somente o indivíduo falava, não tinha pausa para escuta Gente, será que somos tão ridículos assim, quando apaixonados? Eu pelo menos só falo essas coisas no escuro total, com um saco na cabeça, embaixo do travesseiro e se a dose de bebida acumulada seja significativa. Gente, celular é uma merda, vamos perdendo a noção e por vezes nos empolgamos e falamos algumas coisas particulares com estranhos por perto. Mas numa van, com todos os passageiros meio que tentando dar um cochilada, às 6.30h, tentando carregar um pouco mais a bateria para um dia de sábado mega agradável de trabalho, enquanto seus amigos que não trabalham sábado estão se preparando para um horrível dia de lazer, ouvindo um papo de namorados cuti cuti, por horas é demais da conta. Deixe o ridículo para o campo particular. Saltei graças a Deus.
Bem, já que é sábado eu eu trabalho neste dia, feliz da vida, para dar uma força para os leitores que trabalham sábado também, entro na van, ainda estou meio sonolenta e sento ao lado de um jovem senhor que está com seu celular, ele digita um número a cada 3 segundos. gente muito rápido, pensem em perguntar onde ele aprendeu. Como não obtinha resposta ele dizia: "Nossa, nossa"! Pensei que poderia ser algo realmente importante. Mais uma discagem e alguém responde. " Analice tudo bem? Estou te ligando para saber se você está com a Stheffany, (decidi escrever Stefani assim pois fica chique demais), estou tentando falar com ela e o telefone está desligado. Como ontem nós ficamos até tarde de bate papo, estou com medo de que ela possa perder o horário do trabalho. Bom, você está em casa ou na casa dela? Você não falou com ela ontem? Não? Sabe onde ela possa estar? Me diga por favor? Pensei com meus botões, essa pessoa levou um toco. Ela não saiu com a Stheffany depois do papo com ele, deve estar realmente dormindo e perdendo a hora do emprego. Depois de várias outras perguntas para a Analice ele desliga e retorna a carga para sua Stheffany, e graças a Deus ou a amiga que pediu para ela acordar e atender a porcaria do telefone, ela atende. Segue o inferno: " Amor estava preocupado pois você não estava atendendo. Já liguei para sua amiga, e ela não sabia de você. ( 6.30h de um sábado, acordar uma pessoa para saber de sua namorada é o fim). Acho que você vai perder o horário, está tudo bem? Não vou mais te ligar e ficar até tarde de conversa, vamos descansar para o batente. Amor, você não acha que o papo de ontem foi esclarecedor? Não foi?, foi? Te amo tá? Você me ama? Diz, diz! Ontem você falou tantas coisas boas, te conheci um pouco melhor minha florzinha, meu coraçãozinho. ( Nossa quase escorreguei do banco de tanta baba) e o monólogo versou para todos os assuntos possíveis e imagináveis, pois somente o indivíduo falava, não tinha pausa para escuta Gente, será que somos tão ridículos assim, quando apaixonados? Eu pelo menos só falo essas coisas no escuro total, com um saco na cabeça, embaixo do travesseiro e se a dose de bebida acumulada seja significativa. Gente, celular é uma merda, vamos perdendo a noção e por vezes nos empolgamos e falamos algumas coisas particulares com estranhos por perto. Mas numa van, com todos os passageiros meio que tentando dar um cochilada, às 6.30h, tentando carregar um pouco mais a bateria para um dia de sábado mega agradável de trabalho, enquanto seus amigos que não trabalham sábado estão se preparando para um horrível dia de lazer, ouvindo um papo de namorados cuti cuti, por horas é demais da conta. Deixe o ridículo para o campo particular. Saltei graças a Deus.
sábado, 16 de março de 2013
16/03/13.
Dengue. Eu tive dengue no carnaval deste ano e quase morri. Juro, sem brincadeira, a doença é punk. Não sabia se depois de mais uma noite de dor ia acordar viva, então ficava acordada direto, igual um zumbi, pois a sensação é tão horrível que parece que a morte só está esperando você fechar os olhos para te abraçar. Credo em cruz.
Recupero e volto ao batente, ah, eu estava de férias crente que ia aproveitar o reinado de momo para descansar e quase morro.
Dengue dois. Filhos com dengue, continuo com a mesma sensação só que sem as dores. Pior é que agora o medo é dobrado, pois doença de filho dói mais na gente do que neles.
Sai pra lá dengue do cacete.
Assinar:
Postagens (Atom)